quinta-feira, 4 de outubro de 2012

 DICAS DE REDAÇÃO

1-   Na dissertação, não escreva períodos muito longos nem muitos curtos.

2-   Na dissertação, não use expressões como “eu acho”, “eu penso” ou “quem sabe”, que mostram dúvidas em seus argumentos.

3-   Uma redação “brilhante” mas que fuja totalmente ao tema proposto será anulada.

4-   É importante que, em uma dissertação, sejam apresentados e discutidos fatos, dados e pontos de vista acerca da questão proposta.

5-   A postura mais adequada para se dissertar é escrever impessoalmente, ou seja, deve-se evitar a utilização da primeira pessoa do singular.

6-   Na narração, uma boa caracterização de personagens não pode levar em consideração apenas aspectos físicos. Elas têm de ser pensadas como representações de pessoas, e por isso sua caracterização é bem mais complexa, devendo levar em conta também aspectos psicológicos de tipos humanos.
 
7-   O texto dissertativo é dirigido a um interlocutor genérico, universal; a carta argumentativa pressupõe um interlocutor específico para quem a argumentação deverá estar orientada.

8-   O que se solicita dos alunos é muito mais uma reflexão sobre um determinado tema, apresentada sob forma escrita, do que uma simples redação vista como um episódio circunstancial de escrita.

9-   A letra de forma deve ser evitada, pois dificulta a distinção entre maiúsculas e minúsculas. Uma boa grafia e limpeza são fundamentais.

10-   Na narração, há a necessidade de caracterizar e desenvolver os seguintes elementos: narrador, personagem, enredo, cenário e tempo.
A INFLUÊNCIA TUPI NA LÍNGUA PORTUGUESA

Você sabia que o Brasil é a única ex-colônia portuguesa que não fala com sotaque português? E que isso se deve à influência da língua tupi? Observe alguns substantivos de origem tupi presentes em nosso idioma e seus respectivos significados:


Andaraí: água do morcego
Anhangabaú: buraco do diabo
Aracaju: tempo de caju
Carioca: casa de branco
Curitiba: muito pinhão, pinheiral
Goiás: gente da mesma raça
Ipanema: água suja
Jacarepaguá: lago do jacaré
Mogi-Mirim: riacho das cobras
Pará: mar
Paraguai: rio do papagaio
Paraíba: rio ruivo ou encachoeirado
Paraná: rio afluente
Pirapora: peixe que salta
Pindorama: país das palmeiras
Sergipe: rio dos siris
Tijuca: barro mola

Note que esses nomes toponímicos descrevem e definem lugares, cidades, praças, ruas, indivíduos e inclusive produtos, estando continuamente presentes no dia a dia do brasileiro. Trata-se de apenas algumas das inúmeras palavras do idioma tupi que fazem parte do nosso vocabulário há muitos anos; porém, seus significados são desconhecidos pela maioria da população.
Sabe-se que os padres jesuítas José de Anchieta e Manuel da Nóbrega dedicaram-se aos estudos e codificação da língua tupi-guarani, seus usos, costumes, história e origem antropológica. De fato, embora muitos brasileiros desconheçam os significados dos vocábulos de origem tupi existentes na língua portuguesa, é inegável que essa nação teve grande influência na construção de nossa identidade cultural e linguística.

 FONTE: http://www.soportugues.com.br/secoes/curiosidades/curiosidade_tupi.php

quarta-feira, 4 de julho de 2012

 PARA AJUDAR VOCÊ A NÃO PASSAR VERGONHA!

NUNCA DIGA:

- Menas: (o correto é sempre “menos”, que não tem feminino).
- Iorgute: o certo é “iogurte”.
- Mortandela: o certo é “mortadela”.
- Mendingo: corrija para “mendigo”.
- Travisseiro: o correto é “travesseiro”.
- Trezentas gramas: o substantivo “grama” é masculino. Portanto, diga “trezentos” gramas.
- Ele (ou ela) é “de maior” ou “de menor”: diga apenas “Ele (ou ela) é maior de idade” ou “menor de idade”.
- Cardaço: corrija para “cadarço”.
- Asterístico: o certo é “asterisco”.
- Estou “meia” cansada: o correto é “meio” cansada.
- Pode ser que “seje”: o certo é sempre “Pode ser que “seja”.
- Vamos “se ver” amanhã? : o correto é Vamos “nos” ver amanhã? Da mesma forma, você não deve dizer: Eu “se” cuido, mas sim: Eu “me” cuido.



FONTE: http://www.vocesabia.net/curiosidades/dicas-de-portugues-para-voce-nao-pagar-mico/

terça-feira, 3 de julho de 2012

20 OTIMAS DICAS DE PORTUGUÊS PARA CONCURSOS




Dica 1- Uso de “A” ou “HÁ”
O indica tempo que já passou, como no exemplo: “Eu parei de fumar algum tempo”.
O A indica o tempo que ainda vai passar, como no exemplo: “Daqui a alguns anos, eu morrerei”.
Dica 2 – Uso de “A CERCA DE”, “HÁ CERCA DE” ou “ACERCA DE”
A CERCA DE indica distância, como na frase “Trabalho a cerca de 10 quilômetros da minha casa”;
HÁ CERCA DE indica tempo aproximado, como no exemplo “Te conheço há cerca de 20 anos”
ACERCA DE é o mesmo que A RESPEITO DE, como no exemplo “Na reunião falamos acerca de seu desempenho”.
Dica 3 – Uso de AO ENCONTRO DE ou DE ENCONTRO A
AO ENCONTRO DE é utilizado em uma situação favorável, como na frase “Sua oferta vai ao encontro de minhas expectativas. Aceito!”
DE ENCONTRO A indica uma situação de oposição, como no exemplo “Seus interesses vão de encontro aos meus. Não dá certo!”
Dica 4 – Uso de “AFIM” ou “A FIM”
AFIM é um adjetivo que passa a idéia de igualdade, semelhança, afinidade. Exemplo: “Somos amigos pois temos idéias afins
A FIM é o mesmo que “para”, e indica finalidade. Exemplo: “Saí na balada a fim de diversão”
Dica 5 – Uso de “AO INVÉS DE” ou “EM VEZ DE”
EM VEZ DE indica substituição, como no exemplo: “Coma verduras e legumes em vez de frituras para ter uma boa saúde”.
AO INVÉS DE apresenta idéia contrária, uma oposição. Por exemplo: “Você deve falar ao invés de só escutar”
Dica: se está na dúvida, use a expressão EM VEZ DE, já que pode ser utilizada em qualquer situação, em qualquer sentido.
Dica 6 – Uso de “AO NÍVEL DE” ou “EM NÍVEL DE”
AO NÍVEL DE significa “à mesma altura”, como no exemplo “A cidade do Rio de Janeiro fica ao nível do mar, enquanto Brasília é mais alto”
EM NÍVEL DE é o mesmo que “no âmbito de” e indica escopo. Exemplo: “A decisão foi tomada em nível de direção, não cabe recurso”
Dica: por favor, aprenda que não existe a expressão “a nível de” como muitos gostam de falar por aí.
Dica 7 – Uso de “AONDE” ou “ONDE”
AONDE é utilizado com verbos que indicam movimento, como na frase “Aonde estamos indo?”
ONDE é utilizado com verbos estáticos, como em “Onde está a minha carteira?”
Dica: o termo “onde” é utilizado para se referir a espaços físicos, como em “A sala onde ficará a equipe”. NUNCA utilize frases do tipo “O item da proposta onde é tratado o assunto…”. O correto seria “O item da proposta em que é tratado este assunto…”
Dica 8 – Uso de “A PRINCÍPIO” ou “EM PRINCÍPIO”
EM PRINCÍPIO é o mesmo que “em tese”, “de um modo geral”, como na frase “Em princípio, achei você uma pessoa muito legal”
A PRINCÍPIO significa “começo”, “início”, como na frase “A princípio, achei você uma pessoa muito legal. Mas depois percebi que me enganei.”
Dica 9 – Uso de “DEMAIS” ou “DE MAIS”
DEMAIS pode ser usado como advérbio de intensidade no sentido de “muito”, e também como pronome indefinido no sentido de “outros”. Como na frase “A situação deixou os demais candidatos chateados demais!”
DE MAIS é o oposto de “de menos” e são sempre referidos a um substantivo ou pronome. Exemplo: “Existem candidatos de mais para eleitores de menos“.
Dica 10 – Uso de “EM FACE DE” ou “FACE A”
Não existe a expressão “FACE A” na língua portuguesa. Dessa forma, apenas é permitido utilizar a expressão EM FACE A. Exemplo: “Em face do aumento do dólar, não vou viajar para o exterior”
Dica 11 – Uso de “DENTRE” ou “ENTRE”
ENTRE é utilizado nos casos em que o verbo não exige a preposição de, como no exemplo: “Entre as pessoas desta sala, tenho mais chance.”
DENTRE já tem o uso mais limitado. Significa “no meio de” e é fruto da união da s preposições de + entre. Mas para que esta união ocorra, o verbo precisa exigir a preposição de. Veja exemplos:
Ex 1 – “Ele ressurgiu dentre as pessoas” – quem ressurge, ressurge de algum lugar. Neste caso, de onde? De entre as pessoas, ou do meio das pessoas.
Ex 2 – “Os músicos saíram dentre as primeiras filas” – quem sai, sai de algum lugar. De onde? Do meio das primeiras filas
Dica 12 – Uso de “ESTE”, “ESSE” ou “AQUELE”
Os pronomes demonstrativos ESTE, ESSE e AQUELE precisam de um pouco de atenção no seu uso, cujas diferenças recorrem ao espaço em relação às três pessoas do discurso, o tempo verbal e a proximidade com os termos da oração.
- Pronome ESTE
  • Espaço: Indica o que está próximo da pessoa que fala – “Esta proposta é excelente!”
  • Tempo: atual – “Esta semana ligarei para você.”
  • Proximidade com Termos: refere-se ao termo mais próximo – “Joana e Angélica estiveram aqui. Esta (Angélica) é mais inteligente.”
- Pronome ESSE
  • Espaço: indica o que está próximo da pessoa com quem se fala – “Esse desafio vai mexer com você!”
  • Tempo: passado próximo – “Casei em 2006. Nesse ano meu filho nasceu.”
  • Proximidade com Termos: refere-se à idéia mais mencionada – “Leia o Minha Gestão. Esse site é fantástico.”
- Pronome AQUELE
  • Espaço: indica o que mais distante da pessoa que fala e da pessoa com quem se fala – “Aquela proposta que perdeu era muito ruim!”
  • Tempo: passado distante – “Os carros daquela época eram muito melhores.”
  • Proximidade com Termos: refere-se ao termo mais distante – “Me formei em duas faculdades, medicina e direito. Aquela (medicina) foi muito mais difícil.”
Dica: o pronome este também pode indicar uma idéia que ainda vamos mencionar, como no exemplo: “Vamos debater este assunto: ganhar dinheiro.”
Dica 13 – Uso de “HAJA VISTA” ou “HAJA VISTO”
HAJA VISTA é a única expressão correta, pois neste contexto a palavra “vista” é invariável. Mas o verbo “haver” admite concordância com o substantivo a que se refere.
- Ex 1: “Haja vista o ocorrido, não irei trabalhar”
- Ex 2: “Hajam vista os acontecimentos, não irei trabalhar”
Dica: como a expressão “Haja Visto” não existe, deve-se dar a preferência ao uso da forma invariável HAJA VISTA.
Dica 14 – Uso de “MAIS”, “MAS” ou “MÁS”
MAIS é utilizado tanto como advérbio de intensidade – “Eu sou mais bonito que você” – como pronome indefinido – “Eu quero mais amor”.
MAS é uma conjunção adversativa e indica oposição, como no exemplo: “Eu saí, mas não cheguei lá”
MÁS é um adjetivo, e utilizado como antônimo de “boas”: “As más ações levam você para o inferno”
Dica 15 – Uso de “MAU” ou “MAL”
MAU é o oposto de “bom”, como no exemplo: “Eu sou mau. Vou para o inferno”
MAL é o oposto de “bem”, como no exemplo: “Ele fala muito mal
Dica 16 – Uso de “POR” ou “PÔR”
POR é preposição: “Por favor, reze por mim”
PÔR é verbo, o mesmo que “colocar”: “Vou pôr o livro sobre a estante”
Dica 17 – Uso de “POR QUE”, “PORQUE”, “POR QUÊ” ou “PORQUÊ”
O uso dos porquês não é tão simples, precisa de um pouco de atenção. Para facilitar o seu entendimento, podemos usar o eficiente mecanismo de substituição:
Usa-se o POR QUÊ se puder substituir por “por qual motivo”, como no final da frase “Você me odeia tanto por quê?
Usa-se o PORQUÊ se puder substituir por “o motivo”, como na frase “Não sei porquê tenho que estudar tanto!”
Usa-se o POR QUE se puder substituir por “por que motivo”, como na frase “Eu sei por que você não me liga mais!”
Usa-se o PORQUE se puder substituir por “porquanto”, como na frase “Não vi porque sou cego.”
Dica 18 – Uso de “SE NÃO” ou “SENÃO”
SE NÃO é o mesmo que “caso não”, como na frase “Se não dormir mais cedo, vou acordar mais tarde”
SENÃO é o mesmo que “do contrário”, como na frase “Eu estava dormindo, senão atenderia”; ou o mesmo que “a não ser”, como na frase “Não faço outra coisa senão amar você”
Dica 19 – Uso de “TÃO POUCO” ou “TAMPOUCO”
TÃO POUCO é o mesmo que “muito pouco”, como no exemplo “Ganho tão pouco que não dá nem pro cafezinho”
TAMPOUCO é o mesmo que “também não”, como no exemplo “Não comi a salada tampouco a sobremesa”
Dica 20 – Uso de “TODO” ou “TODO O”
TODO indica “qualquer”, como na frase “Todo homem gosta de futebol”; ou é o mesmo que “muito”, como no exemplo “Fiquei todo molhando andando na chuva”
TODO O significa “inteiro” ou “total”, e pode ser observado no exemplo “Todo o jantar foi servido e consumido”

FONTE: - http://cariocanocerrado.com/2008/10/16/20-dicas-de-portugues-evite-erros-mais-comuns/
              - EU MESMO

domingo, 1 de julho de 2012

     Neologismo consiste na criação de novas palavras ou expressões, ou na formação de um novo sentido a uma palavra que já existente. Pode ser fruto de um comportamento espontâneo, próprio do ser humano e da linguagem, ou artificial, para fins pejorativos ou não.Geralmente, os neologismos são criados a partir de processos que já existem na língua: justaposição, prefixação, aglutinação, verbalização e sufixação. Adimite-se então que toda palavra que não existia e passou a existir, independente do tempo de vida e de como surgiu é neologismo.
 Morfologia:  Neo (novo), cuja origem deriva do latim novus, nova, novum e do grego νές; do sânscrito návah.


     Pode também referir-se a uma nova doutrina no campo da Teologia que procura esclarecer o significado e significante das expressões presentes nas traduções bíblicas.
 Esses termos surgem como um modo de suprir uma necessidade vocabular momentânea, transitória ou permanente.

  -  Momentânea: surge bruscamente em um diálogo entre amigos. Pode até ter uma repercussão maior, mas acaba sendo esquecida com o tempo: somatoriar.

  -  Transitória: aparece em um determinado grupo e se espalha para os demais. Pode tanto ser esquecida, como pode se tornar parte do vocabulário da língua: mensalão.

  -  Permanente: surge rapidamente, mas por ser muito utilizada, acaba por se estabelecer de vez no idioma e se tornar parte do léxico: deletar.

      Segundo a Gramática Normativa da Língua Portuguesa, de Francisco da Silva Bueno, o neologismo (que significa: palavra nova) pode ser classificado em varias espécies.


I- Neologismo literário;
II- Neologismos científicos ou técnicos;
III-Neologismo popular;
IV-Neologismo completo;
V-Neologismo incompleto;
VI-Nelogismo estrangeiro.


I-Neologismo literário-

Os escritores criam palavras novas ou dão novos significados às palavras já existentes, no entanto, esse artifício é usado somente para fins puramente literários ou artísticos. Exemplos:

Vesperal (espetáculo)- S.M. Neologismo feito por Cláudio de Sousa para substituir o gal. Matinee.

Necrotério – criação de Taunay, grande romancista brasileiro. Necrotério (gr. Nelcros + terion). Construção onde se depositam os cadáveres; local onde os cadáveres são expostos para identificação; lugar onde jazem os cadáveres que vão ser autopsiados. Esta palavra foi criada para substituir o francesismo morge.

Convescote – S.M. Bras. Piquenique; criação de Castro Lopes, assim como, cardápio (menu).


II-Neologismos científicos ou técnicos-

Todas as nomenclaturas das ciências novas: os nomes das máquinas, aparelhos, invenções, a linguagem da Química, da Eletrodinâmica, da Telegrafia, da Radiotelegrafia, da Aviação. Exemplos:

Microfone - S.M. (gr. Mikros + phone). Aparelho de intensificação do som, inventado por Hughes: aparelho eletrostático de ondas sonoras que transforma as ondas de pressão em força eletromagnética.

Telefone – S.M. (gr. Tele, longe + phone, som, voz). Aparelho que permite a transmissão de voz através de fios e disposições elétricas.

Aeromoça – tripulante que nos aviões serve as refeições aos passageiros e lhes presta outros serviços.
Táxi (forma reduzida de taxímetro)- automóvel de aluguel ou qualquer veículo de frete; registro de preço a pagar, em função do tempo em que é alugado o veiculo.

Nota: há neologismos científicos ou técnicos que são formados a partir de siglas: CPF, CPI, ONG, CD; um caso muito conhecido e o do neologismo LASER (Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation) ou também a sigla AIDS (Acquired Immune Deficiency Syndrome) e DST (Doença Sexualmente Trasmicivel).


III-Neologismo popular-

Em sua necessidade de expressão, o povo cria novos termos ou dá novos significados a termos já conhecidos. Exemplos:

Embuchar - V.T. significa engravidar.
Ex. Joaquina “ta embuchada” de três meses.

Gato - S.M. Ligação clandestina de eletricidade.
Ex. No morro da Rocinha, a maior favela da América Latina, a maioria dos barracos tem a sua energia elétrica sustentada por gatos.

Prensadão - S.M. O substantivo cachorro quente, nome relacionado ao sanduíche de pão com salsichas, quando prensado em uma chapa quente recebe o nome de prensado. Numa pesquisa de campo constatou-se que, quando o suposto cachorro quente prensado possui medidas maiores que as do padrão, recebe o nome de prensadão.
Ex. Eu quero um prensadão completo!

Laranja – S.M. Falso proprietário.
Ex. Pedro serviu de laranja para o estelionato.

Mané –S.M. Individuo inepto, indolente, desleixado, negligente, palerma. Também se diz mané-coco, manema e manembro.
Ex. Não da bola pra esse mané!

Papudo-Adj. Fanfarrão, gabola, garganta.
Ex. Você e muito papudo!


IV-Neologismo completo-

Este nome refere-se ao neologismo que é criação quanto à forma, e criação quanto ao sentido.Exemplos:

Necrotério - relaciona-se somente ao lugar onde se expõem os cadáveres que vão ser autopsiados ou identificados.

Microfone - relaciona-se somente ao dispositivo que, no posto transmissor, capta o som que vai ser levado aos receptores através de ondas hertzianas.

Outros exemplos – vesperal, convescote, cardápio.


V-Neologismo incompleto-

Assim denominam-se os vocábulos já existentes na língua que tomaram novas significações. Exemplos:

Formidável - Adj. Este vocábulo já teve o sentido de temível, terrível, que inspira grande temor, perigoso. Hoje e usado basicamente com o sentido de maravilhoso, acima do comum, admirável, excelente.

Papudo - Adj. Aquele que tem papo grande. Atualmente aplicado ao individuo fanfarrão, gabola.

Picareta – S.F. Instrumento de ferro com duas pontas, serve para escavar a terra e arrancar pedras. Hoje este termo vem sendo mais aplicado ao individuo de má índole, insinuante, tratante.


VI-Neologismo estrangeiro-

São palavras que adotamos de outras línguas por nos faltarem vernáculas; a tendência mais comum é a de escrevê-las de maneira aportuguesada. Exemplos:

Futebol - S.M. Do inglês foot-ball

Abajur-S. M. É o francês abat-jour.

Bebê – S.M. Criancinha vem do francês bébé. Antigamente foi o nome de um anão da corte de Estanislau Leczynski. Pode ter sido também originada de palavra inglesa baby.

Carpete – S.M. Do inglês carpet; tapete que reveste inteiramente um cômodo, em geral afixado ou colado ao chão.

Bracelete – S.M. pulseira. Fr. Bracelet
. Buquê – S.M. ramo de flores. Fr. Bouquet.

Skate – S.M. Prancha com rodinhas, se escreve exatamente como no original.

Bicicleta – S.F. velocípede de duas rodas. Fr. Bicyclette

Bife – S.M. Posta de carne de vaca, do inglês beef.

Bidê – S.M. criado mudo. Fr. Bidet

Xérox – (cherocs).Do inglês xerox. Nome registrado, arte gráfica, fotocópia.

Shopping - reunião de lojas comerciais, serviços de utilidade pública, casas de espetáculo, etc., em um só conjunto arquitetônico.

Show – espetáculo de teatro, radio, televisão, etc. geralmente de grande montagem, que se destina à diversão.

Outros exemplos: motoboy, hipermercado, internete, jeans, etc.

Como ocorre?

Causas do neologismo

A principal causa é a necessidade de expressão: Com o surgimento de novas invenções, novos objetos, novos conceitos, enfim, novas idéias; faz-se necessário o aparecimento de novos nomes que se adaptem ao significado daquilo que os representa. Se não há nenhum vocábulo que possa ser adaptado, é imprescindível criar-se um, uma nova palavra, algo especial. Exemplos:

Microfone, televisão, necrotério, etc.

Outro fator é a inclinação do espírito humano para especificar, classificar, catalogar, ou mesmo positivar as diferenças existentes entre os seres, dando a cada uma delas o devido nome, algo que corresponda a essa necessidade de clareza e de especificação. Exemplos:

Papudo, mane, picareta.

Para que o neologismo vença e se radique na língua basta uma só condição: ser necessário a uma precisão do espírito humano. Mas se tal necessidade não existe, poderá manter-se por meses, desaparecendo, certamente, apesar de todos os esforços dos autores. Exemplos:

Coelho Neto criou: luademelar, dorremifassolar;

Castro Lopes fez ainda: focale, runimol, nasoculos.

Nota: para que o neologismo radique na língua é necessário que aja necessidade no emprego do termo a uma expressão, tais termos não foram aceitos, pois não correspondiam a uma necessidade e expressão.
Outra causa é a rapidez da expressão: em lugar de expressão bastante longa - “apresentar felicitações” - diz-se logo- “felicitar” - e aparece assim o neologismo.

A língua do neologismo

Os neologismos científicos e literários são feitos do grego e do latim, muitas vezes combinados com o idioma pátrio: televisão (tele= grego; visão= português), gasogênio (gás= germânico; gênio= grego), glossofone (ambos gregos). Quando o neologismo é formado de elementos pertencentes a uma mesma língua, diz-se que está bem feito; quando os elementos são de idiomas diferentes, diz-se que é híbrido. Hibridismo é, pois, a formação de um vocábulo com elementos de diversas línguas: gasogênio, televisão, mandão-mirim. Os neologismos populares são todos adaptações de termos já existentes na língua e, portanto, de origem vernácula.


FONTES: - http://www.brasilescola.com/portugues/neologismo.htm
                 - eu mesmo
                 - http://pt.wikipedia.org/wiki/Neologismo
                 - http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20070618145937AAvPNH3

sábado, 30 de junho de 2012

OBRAS DE CONSAGRADOS AUTORES - 212 obras-primas.
 ( É só clicar no livro de sua escolha e ler) - Boa leitura!







 
LIVROS
Ótima leitura!
1. A Divina Comédia -Dante Alighieri
2. A Comédia dos Erros -William Shakespeare
3. Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
4. Dom Casmurro -Machado de Assis
5. Cancioneiro -Fernando Pessoa
6. Romeu e Julieta -William Shakespeare
7. A Cartomante -Machado de Assis
8. Mensagem -Fernando Pessoa
9. A Carteira -Machado de Assis
10.  A Megera Domada -William Shakespeare
12.  Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
13.  O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
14.  Dom Casmurro -Machado de Assis
15.  Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
16.  Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
17.  Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
18.  A Carta -Pero Vaz de Caminha
19.  A Igreja do Diabo -Machado de Assis
20.  Macbeth -William Shakespeare
22.  A Tempestade -William Shakespeare
23.  O pastor amoroso -Fernando Pessoa
24.  A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
25.  Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
26.  A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
27.  O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
28.  O Mercador de Veneza -William Shakespeare
29.  A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
30.  Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
31.  Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
32.  A Mão e a Luva -Machado de Assis
33.  Arte Poética -Aristóteles
34.  Conto de Inverno -William Shakespeare
35.  Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
36.  Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
37.  Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
38.  A Metamorfose -Franz Kafka
39.  A Cartomante -Machado de Assis
40.  Rei Lear -William Shakespeare
41.  A Causa Secreta -Machado de Assis
42.  Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
43.  Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
44.  Júlio César -William Shakespeare
45.  Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
46.  Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
47.  Cancioneiro -Fernando Pessoa
49.  A Ela -Machado de Assis
50.  O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
51.  Dom Casmurro -Machado de Assis
52.  A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
53.  Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
54.  Adão e Eva -Machado de Assis
55.  A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
56.  A Chinela Turca -Machado de Assis
57.  As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
58.  Poemas Selecionados -Florbela Espanca
59.  As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
60.  Iracema -José de Alencar
61.  A Mão e a Luva -Machado de Assis
62.  Ricardo III -William Shakespeare
63.  O Alienista -Machado de Assis
64.  Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
65.  A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
66.  A Carteira -Machado de Assis
67.  Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
68.  Senhora -José de Alencar
69.  A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
70.  Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
71.  A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
72.  Sonetos -Luís Vaz de Camões
73.  Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
74.  Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
75.  Iracema -José de Alencar
76.  Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
77.  Os Maias -José Maria Eça de Queirós
78.  O Guarani -José de Alencar
79.  A Mulher de Preto -Machado de Assis
80.  A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
81.  A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
82.  A Pianista -Machado de Assis
83.  Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
84.  A Igreja do Diabo -Machado de Assis
85.  A Herança -Machado de Assis
86.  A chave -Machado de Assis
87.  Eu -Augusto dos Anjos
88.  As Primaveras -Casimiro de Abreu
89.  A Desejada das Gentes -Machado de Assis
90.  Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
91.  Quincas Borba -Machado de Assis
92.  A Segunda Vida -Machado de Assis
93.  Os Sertões -Euclides da Cunha
94.  Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
95.  O Alienista -Machado de Assis
96.  Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
97.  Medida Por Medida -William Shakespeare
98.  Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
99.  A Alma do Lázaro -José de Alencar
100. A Vida Eterna -Machado de Assis
101. A Causa Secreta -Machado de Assis
102. 14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
103. Divina Comedia -Dante Alighieri
104. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
105. Coriolano -William Shakespeare
106. Astúcias de Marido -Machado de Assis
107. Senhora -José de Alencar
108. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
109. Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
110. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
111. A "Não-me-toques"! -Artur Azevedo
112. Os Maias -José Maria Eça de Queirós
113. Obras Seletas -Rui Barbosa
114. A Mão e a Luva -Machado de Assis
115. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
116. Aurora sem Dia -Machado de Assis
117. Édipo-Rei -Sófocles
118. O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
119. Pai Contra Mãe -Machado de Assis
120. O Cortiço -Aluísio de Azevedo
121. Tito Andrônico -William Shakespeare
122. Adão e Eva -Machado de Assis
123. Os Sertões -Euclides da Cunha
124. Esaú e Jacó -Machado de Assis
125. Don Quixote -Miguel de Cervantes
126. Camões -Joaquim Nabuco
127. Antes que Cases -Machado de Assis
128. A melhor das noivas -Machado de Assis
129. Livro de Mágoas -Florbela Espanca
130. O Cortiço -Aluísio de Azevedo
131. A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
132. Helena -Machado de Assis
133. Contos -José Maria Eça de Queirós
134. A Sereníssima República -Machado de Assis
135. Iliada -Homero
136. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
137. A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
138. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
139. Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
141. Anedota Pecuniária -Machado de Assis
142. A Carne -Júlio Ribeiro
143. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
144. Don Quijote -Miguel de Cervantes
146. A Semana -Machado de Assis
147. A viúva Sobral -Machado de Assis
149. O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
150. Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
151. Papéis Avulsos -Machado de Assis
152. Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
153. Cartas D'Amor -José Maria Eça de Queirós
154. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
155. Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
156. Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
157. A Desejada das Gentes -Machado de Assis
158. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
159. Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
160. Almas Agradecidas -Machado de Assis
161. Cartas D'Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
162. Contos Fluminenses -Machado de Assis
163. Odisséia -Homero
164. Quincas Borba -Machado de Assis
165. A Mulher de Preto -Machado de Assis
166. Balas de Estalo -Machado de Assis
167. A Senhora do Galvão -Machado de Assis
168. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
169. A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
170. Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
171. CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
172. Cinco Minutos -José de Alencar
173. Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
174. Lucíola -José de Alencar
175. A Parasita Azul -Machado de Assis
176. A Viuvinha -José de Alencar
177. Utopia -Thomas Morus
178. Missa do Galo -Machado de Assis
179. Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
181. Hamlet -William Shakespeare
182. A Ama-Seca -Artur Azevedo
183. O Espelho -Machado de Assis
184. Helena -Machado de Assis
185. As Academias de Sião -Machado de Assis
186. A Carne -Júlio Ribeiro
187. A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
188. Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
189. Antes da Missa -Machado de Assis
190. A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
191. A Carta -Pero Vaz de Caminha
192. LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
193. A mulher Pálida -Machado de Assis
194. Americanas -Machado de Assis
195. Cândido -Voltaire
196. Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
197. El Arte de la Guerra -Sun Tzu
198. Conto de Escola -Machado de Assis
199. Redondilhas -Luís Vaz de Camões
200. Iluminuras -Arthur Rimbaud
201. Schopenhauer -Thomas Mann
202. Carolina -Casimiro de Abreu
203. A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
204. Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
205. Memorial de Aires -Machado de Assis
206. Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
207. A última receita -Machado de Assis
208. 7 Canções -Salomão Rovedo
209. Antologia -Antero de Quental
210. O Alienista -Machado de Assis
211. Outras Poesias -Augusto dos Anjos
212. Alma Inquieta -Olavo Bilac

 A GRAMÁTICA

Gramática (do grego: γραμματική, transl. grammatiké, feminino substantivado de grammatikós) é o conjunto de regras individuais usadas para um determinado uso de uma língua, não necessariamente o que se entende por seu uso "correto". É ramo da Linguística que tem por objetivo estudar a forma, a composição e todas as questões adicionais de uma determinada Língua. A partir deste conceito, pode-se definir que cada língua tem sua própria gramática, mas nem toda língua tem sua própria linguística. A linguística é única para todas as línguas existentes, já a gramática é unica para cada língua.

A primeira gramática em língua portuguesa, de que se tem conhecimento, data do século XVI, publicada em Lisboa em 1536 com o nome de “Grammatica da lingoagem portuguesa”, de Fernão de Oliveira. (foto).

Por incrível que pareça, até então, o português era utilizado livremente, havendo liberdade tanto na escrita como na fala. Uma mesma palavra poderia ser escrita de diversas formas.



     Costumamos classificar a Gramática em partes "autônomas, porém harmônicas entre si", a fim de facilitar o seu estudo. A classificação convencional padrão divide a Gramática em 10 áreas.
Esta última, contudo, não pretende ser uma classificação definitiva, exaustiva ou única.


FONETICA

 A Fonética é o ramo da Linguística que estuda a natureza física da produção e da percepção dos sons da fala humana

FONOLOGIA

Fonologia (do Grego phonos = voz/som e logos = palavra/estudo) é o ramo da Linguística que estuda o sistema sonoro de um idioma, do ponto de vista de sua função no sistema de comunicação linguística.


MORFOLOGIA

Em linguística, Morfologia é o estudo da estrutura, da formação e da classificação das palavras. 



SINTAXE

A sintaxe é a parte da gramática que estuda a disposição das palavras na frase e das frases no discurso, incluindo a sua relação lógica, entre as múltiplas combinações possíveis para transmitir um significado completo e compreensível.



SEMÂNTICA

É o estudo do significado. Incide sobre a relação entre significantes, tais como palavras, frases, sinais e símbolos, e o que eles representam, a sua denotação.


ETIMOLOGIA

É a parte da gramática que trata da história ou origem das palavras e da explicação do significado de palavras através da análise dos elementos que as constituem. Por outras palavras, é o estudo da composição dos vocábulos e das regras de sua evolução histórica.


ESTILISTICA

É o ramo da linguística que estuda as variações da língua e sua utilização, incluindo o uso estético da linguagem e as suas diferentes aplicações dependendo do contexto ou situação.


LITERATURA

 Literatura pode ser definida como a arte de criar e recriar textos, de compor ou estudar escritos artísticos; o exercício da eloquência e da poesia; o conjunto de produções literárias de um país ou de uma época; a carreira das letras.

 APÊNDICE (contém os tópicos de Questões Notacionais da Língua, e um pouco de Lexicologia, que apesar de ser um ramo exclusivo da Linguística, pode ser estudado dentro do contexto gramatical, já que o léxico é estudado indiretamente, quer ou não queira em todas as áreas da Gramática convencional.
Esta última, contudo, não pretende ser uma classificação definitiva, exaustiva ou única.

Referências

  1. ECKERSLEY, C. E. (M.A.) & MACAULAY, Margaret (M. A.). Brighter Grammar. London: Longsman, Green & Co. Ltd., 1955
  2. *Gramática, Portugal - Dicionário Histórico, Corográfico, Heráldico, Biográfico, Bibliográfico, Numismático e Artístico, Volume III, pág. 831, Edição em papel João Romano Torres - Editor, em 1904-1915, Edição electrónica de Manuel Amaral, em 2000-2010
  3. http://pt.wikipedia.org/wiki/Gram%C3%A1tica
  4. Eu mesmo 
  5. http://eportuguese.blogspot.com.br/2011/02/lingua-portuguesa.html