quinta-feira, 4 de outubro de 2012

 DICAS DE REDAÇÃO

1-   Na dissertação, não escreva períodos muito longos nem muitos curtos.

2-   Na dissertação, não use expressões como “eu acho”, “eu penso” ou “quem sabe”, que mostram dúvidas em seus argumentos.

3-   Uma redação “brilhante” mas que fuja totalmente ao tema proposto será anulada.

4-   É importante que, em uma dissertação, sejam apresentados e discutidos fatos, dados e pontos de vista acerca da questão proposta.

5-   A postura mais adequada para se dissertar é escrever impessoalmente, ou seja, deve-se evitar a utilização da primeira pessoa do singular.

6-   Na narração, uma boa caracterização de personagens não pode levar em consideração apenas aspectos físicos. Elas têm de ser pensadas como representações de pessoas, e por isso sua caracterização é bem mais complexa, devendo levar em conta também aspectos psicológicos de tipos humanos.
 
7-   O texto dissertativo é dirigido a um interlocutor genérico, universal; a carta argumentativa pressupõe um interlocutor específico para quem a argumentação deverá estar orientada.

8-   O que se solicita dos alunos é muito mais uma reflexão sobre um determinado tema, apresentada sob forma escrita, do que uma simples redação vista como um episódio circunstancial de escrita.

9-   A letra de forma deve ser evitada, pois dificulta a distinção entre maiúsculas e minúsculas. Uma boa grafia e limpeza são fundamentais.

10-   Na narração, há a necessidade de caracterizar e desenvolver os seguintes elementos: narrador, personagem, enredo, cenário e tempo.
A INFLUÊNCIA TUPI NA LÍNGUA PORTUGUESA

Você sabia que o Brasil é a única ex-colônia portuguesa que não fala com sotaque português? E que isso se deve à influência da língua tupi? Observe alguns substantivos de origem tupi presentes em nosso idioma e seus respectivos significados:


Andaraí: água do morcego
Anhangabaú: buraco do diabo
Aracaju: tempo de caju
Carioca: casa de branco
Curitiba: muito pinhão, pinheiral
Goiás: gente da mesma raça
Ipanema: água suja
Jacarepaguá: lago do jacaré
Mogi-Mirim: riacho das cobras
Pará: mar
Paraguai: rio do papagaio
Paraíba: rio ruivo ou encachoeirado
Paraná: rio afluente
Pirapora: peixe que salta
Pindorama: país das palmeiras
Sergipe: rio dos siris
Tijuca: barro mola

Note que esses nomes toponímicos descrevem e definem lugares, cidades, praças, ruas, indivíduos e inclusive produtos, estando continuamente presentes no dia a dia do brasileiro. Trata-se de apenas algumas das inúmeras palavras do idioma tupi que fazem parte do nosso vocabulário há muitos anos; porém, seus significados são desconhecidos pela maioria da população.
Sabe-se que os padres jesuítas José de Anchieta e Manuel da Nóbrega dedicaram-se aos estudos e codificação da língua tupi-guarani, seus usos, costumes, história e origem antropológica. De fato, embora muitos brasileiros desconheçam os significados dos vocábulos de origem tupi existentes na língua portuguesa, é inegável que essa nação teve grande influência na construção de nossa identidade cultural e linguística.

 FONTE: http://www.soportugues.com.br/secoes/curiosidades/curiosidade_tupi.php